O PATRIMÔNIO REPRESENTADO NA MEMÓRIA CORPORATIVA

Busco em minha memória um fato ou uma história que pudesse justificar a tristeza sentida pela morte de Steve Jobs. Nada próximo. Conhecemos seu trabalho, suas inovações, sua crença em seus sonhos e, desses, os que se materializaram.

Os sonhos que constroem marcam nossa mente! Se sonhos constroem, o que hoje é uma grande corporação, infere-se, começou com o sonho de um fundador.

E esse sonho, onde está registrado? E onde as coleções de objetos dessa corporação até ser grande como hoje se apresenta, perderam-se? Estão guardadas? Onde? Com quem? E se ninguém guardou, como escrever sua história, contar a importância de sua produção de bens materiais e/ou imateriais para o país?

Apesar de possuir esse forte laço com o passado, coleções documentais possuem um laço de igual intensidade com o futuro, se considerado seu potencial e possíveis reestruturações conceituais que podem propiciar.

Tendo como premissa que patrimônio é um bem de determinada comunidade, pode-se inferir que a memória corporativa é um conjunto de objetos representativos desse patrimônio.

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