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SERVIÇO DE ALERTA / DSI – Disseminação Seletiva da Informação

novembro 11, 2011 3 comentários

Antonio Eduardo de Souza Gomes *

Há muito tempo já se discute nas áreas da Tecnologia da Informação, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia, maneiras de como a informação, seja virtual ou impressa é recuperada, organizada e disseminada. Os serviços oferecidos nessas áreas são de grande importância, pois são realizados por especialistas para garantir que se chegue a informação ao seu usuário final de forma relevante e em tempo hábil. Isso é válido ainda mais nos dias de hoje com o advento das novas tecnologias que disponibilizam, até muitas vezes de forma aleatória e difusa, conteúdos da literatura mundial.

Em muitos casos o usuário não recebe as informações de que realmente necessita ou quando recebe não há um acompanhamento sobre o andamento de sua área. Ou seja, a pesquisa é realizada e dada como completa, e ao fechar o seu ciclo ignora, por vezes, outros aspectos que poderia agregar ao seu conhecimento.

Aproveito para afirmar que é de total escolha do usuário querer se atualizar em sua área de acordo com seu perfil, mas também é de inteira responsabilidade do especialista em atentar sobre essa necessidade informacional. E que no caso da Biblioteconomia, o serviço prestado é chamado de Disseminação Seletiva da Informação – DSI.

Esse serviço é comum em bibliotecas de grande porte, no caso de Bibliotecas de grandes corporações e de Centros de Pesquisas – onde o serviço tem grande aceitação por parte dos pesquisadores. É oferecido quando existe demanda por parte do usuário que necessita de um monitoramento de sua área de atuação. Por exemplo, um Engenheiro de Petróleo precisa receber constantemente informações sobre perfurações e escoamento em algum local remoto do planeta e demais pesquisas de sua área de atuação.

O usuário que solicita o DSI deve informar em seu perfil profissional – no caso em um formulário impresso ou online – quais tipos de suportes informacionais quer receber (artigos, teses, e-books etc), em quais linguagens, qual a periodicidade para o envio das informações, a quantidade, as palavras-chave, e, se conhecer, as fontes especializadas. Esses dados são de grande utilidade para o êxito do serviço, pois o Bibliotecário responsável irá utilizá-los para garantir a pertinência e qualidade do resultado das buscas. Lembrando que o contato Usuário x Bibliotecário, seja via e-mail, por telefone ou pessoalmente é de extrema importância enquanto o serviço estiver sendo realizado.

Quem decide o término do serviço é o usuário. Isso não é definido antes do contato. Normalmente ocorre quando o próprio muda de atividade ou quando informa que o que já recebeu é suficiente, por exemplo.

O DSI, como um dos serviços de referência oferecidos em uma Biblioteca dá maior destaque e interação ao relacionamento entre Bibliotecário e o Usuário, pois nele o profissional conhece melhor as necessidades de sua clientela e aperfeiçoa sua tática na busca de informação em diversas fontes (impressa ou online).

* Bibliotecário da Espaço Conhecimento, projeto Petrobras

DSI – dúvidas de como montar? Procure a Espaço Conhecimento

EMPREGABILIDADE

Clarisse N. Corrêa*

Lendo o livro ‘Seja seu próprio headhunter’ de Nickolas Corcodilos, que ajudou muitos profissionais de alto nível a obter bons cargos em empresas como GE, IBM, Honeywell e Xerox, me chamou a atenção o que ele disse sobre carreira e biblioteca: “A maioria das respostas relacionadas a carreira está na biblioteca e as pessoas deveriam procurar o guardião de todas as informações, o bibliotecário, para que pudessem encontrá-las”.

É verdade. Na biblioteca há informações para todos, na forma física ou on-line.

Mas, como ser um referencial no mercado?

Vamos conversar um pouco sobre a tão falada empregabilidade, que foi cunhada para indicar competências para um mundo sem empregos e se tornou sinônimo das competências necessárias para se ter um emprego, ou seja, se tornou a capacidade de mantermos o emprego com todas as mudanças advindas do pós-guerra e de tantas revoluções.

Sabemos que a forma de conseguir um emprego mudou e muito nas últimas décadas, hoje temos disponíveis redes sociais, headhunters e agências de empregos on-line, que a cada dia se sofisticam mais.

Mas como os empregadores e os futuros empregados irão manter essa empregabilidade?

Acreditamos que será preciso muito amor, paixão e dedicação para alimentar o desejo de se manter na carreira, lapidando nosso talento através de muito estudo. Mas, também é importante considerar que atualmente muitas empresas querem que seus empregados apresentem um nível de excelência alinhado a meritocracia, competências e a cultura organizacional, inserida aos canais que envolvem stakeholders, fornecedores, clientes, acionistas e mercado.

E, para que isso possa acontecer em harmonia precisamos encarar a empregabilidade como um referencial, para que unidos possamos, apesar de todas as exigências globais e locais advindas do mercado, caminhar em sintonia, contribuindo com a elevação do nível de excelência na manutenção dessa empregabilidade no nosso tão querido e amado Brasil.

* Bibliotecária da Espaço Conhecimento, projeto Petrobras

Valor da busca da informação

Vocês já pararam para pensar quanto tempo as empresas gastam buscando informações?

 E o quanto esse tempo representa monetariamente?

 Bem, segundo a pesquisa da Delphi Group, feita com 300 empresas americanas, funcionários gastam, em média, 1h40 por dia em busca de uma informação , aproximando-se de 08 horas por semana.

 Sendo assim, imaginemos a seguinte situação:

 8h por semana= 1 dia por semana
4 dias por mês= 48 dias por ano
Salário médio: R$2.500

1 dia útil= R$125
4 dias úteis por mês= R$500
48 dias úteis por ano= R$6.000

 10 funcionários= R$60.000
100 funcionários= R$600.000
1.000 funcionários= R$6.000.000

 No entanto, este valor normalmente duplica, pois quando um funcionário não encontra uma informação, ele envolve pelo menos mais um outro na sua busca e dificilmente as pessoas buscam apenas uma informação por dia…